CENTRO CULTURAL E EDUCATIVO CARMÉLIA MARIA DE SOUZA

CENTRO CULTURAL E EDUCATIVO CARMÉLIA MARIA DE SOUZA

INTEGRANTES

Makele Silvia do Nascimento
Damarys L. Christ de Freitas
frederic Michel Albert Favre

PROFESSOR ORIENTADOR

Joao Lemos Cordeiro Sayd

RESUMO DO PROBLEMA

DESCRIÇÃO DO RESULTADO
A partir do exposto, o projeto foi dividido nas seguintes partes:
– Um centro cultural e centro de exposições com um polo cénico, com um enfoque regional;
– Um centro socioeducativo com enfoque local;
Esses dois conjuntos devem ser integrados em um novo plano de organização urbana, focado na alternância de espaços públicos livres e espaços construídos.
Na proposta do projeto de reforma do centro cultural, optou-se por abrir a fachada norte, que dá para a comunidade. Esta fachada retoma assim a sua função original e será ao mesmo tempo a entrada principal do teatro, integrando um grande pátio interno descoberto, como elemento de circulação e ligação.
As atividades propostas para essa reforma, são reservadas ao teatro, além da prática de formação teatral e de aulas de dança.

ESCOPO DA SOLUÇÃO

ESCOPO DA SOLUÇÃO
Com o objetivo de remodelar o interior sem tocar na estrutura externa do edifício, por esta ser protegida, será construído um anexo nas proximidades, permitindo a expansão das atividades do novo centro cultural. Além disso será realocada a TVE (única parte atualmente em funcionamento no edifício existente) para o antigo shopping Vitória.
Após reunião com um líder da comunidade e uma representante da classe artística, entendeu-se que o projeto deve responder a uma necessidade de atratividade em nível local (que seria o bairro) e em nível intermunicipal (que seria a Grande Vitória).

DESCRIÇÃO DO RESULTADO

Foi aplicado no complexo o conceito de fusão, junto de todos os outros elementos que compõem o complexo educacional. A tridimensionalidade deste último edifício contribui para a sua funcionalidade e para a ligação em diferentes níveis entre o bairro e o antigo Centro Cultural.
Esta alternância, que se encontra no anexo das exposições, encontra-se ao longo do conjunto, e aqui aplica-se a estratégia de Bernard Tschumi, segundo o qual: “Não há arquitetura sem evento, sem atividade, sem função. A arquitetura deve ser vista como a combinação de espaços, eventos e movimentos, sem precedência ou hierarquia entre esses termos” (1994b: 3; Grossman, Sperling, Tschumi, 2007)